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livro • estação onze

Estação Onze é simplesmente genial! Adorei muito a leitura e, digo bem que, Emily St. John Mandel é uma excelente autora!

Esse livro foi elogiado pelo George R. R. Martin que disse “Um livro que se destaca de todos os outros; do qual me lembrarei por muito tempo e ao qual retornarei”. Antes mesmo de terminar a leitura pude entender o motivo de tamanho fascínio.

• o livro •

A história se passa em um futuro pós-apocalíptico com flashs do passado.

Temos vários personagens principais e um que conecta todos eles. Arthur Leander é um ator que sofre um ataque cardíaco no palco no momento em que está representando seu personagem na peça teatral Rei Lear, de William Shakespeare. Jeevan é um rapaz que está estudando para se tornar um paramédico e tenta salvar a vida de Arthur. Kirsten Raymonde é uma garotinha que representa o papel da filha do Rei Lear e estava no palco quando aconteceu o mal súbito de Leander. E Miranda, é a primeira ex mulher de Arthur.

As histórias dos quatro vão se cruzar em tempos diferentes e a genialidade de como essas vidas passam umas pelas outras é demais!

Temos o drama de Arthur com Miranda. A vida de Miranda como executiva e criadora da revista em quadrinhos Estação Onze.

Jeevan que, após descobrir o início de um surto que começa a matar rapidamente todos os seres humanos, entra em paranóia e passa a estocar alimentos e água no apartamento do irmão.

Kirsten, a jovem que vive vagando de cidade em cidade com a Sinfonia Etinerante para apresentar peças teatrais e concertos musicais para a população que restou no mundo.

O final da história, a conclusão, achei ok. Não achei nada demais. A história toda manteve um timing legal mas o final foi sem graça. A escrita da última página foi morta. Sei lá, não consigo explicar, só quem já leu vai entender o que digo!

• spoilers •

É incrível ver como Arthur conecta momentos das vidas de Miranda, Jeevan, Kirsten e mais adiante na história, temos a conexão do filho de Arthur com a Kirsten, também bem legal.

É interessante ver como os quadrinhos de Miranda, da Estação Onze, participam da história.

Ver como Jeevan conhecia Miranda e o que ele fazia antes de estudar para ser socorrista.

É legal ver a conexão direta da Kirsten com Arthur e a conexão indireta da jovem com Miranda e o filho de Arthur.

Quando comecei a ligar os fatos de que o tal Profeta é o filho de Arthur, fiquei chocada!

A autora foi genial com todas essas conexões e vidas interligadas em momentos diferentes.

Fiquei triste com o fim de Miranda, sozinha na praia. E feliz pelo Clark conhecer a Kirsten.

Achei muito legal o suspense criado com o sumiço de alguns membros da Sinfonia Etinerante. E gostei também do momento do bilhete de uma mulher, membro da sinfonia, que achavam que tinha sido escrito na época mas na verdade era um início de texto escrito um ano antes.

Como escrevi, o final foi sem gracinha mas no geral adorei o livro.

Recomendo 😉

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